
A mulher Ashaninka com a cara pintada irradiava calma, confiança e paciência enquanto ficava de pé nas margens arenosas do rio Amonia e confrontava os madeireiros que ameaçavam sua comunidade Amazônica.
Os madeireiros escavaram um caminho entre as árvores de mogno e cedro que ela havia plantado e bloquearam os igarapés dos quais sua comunidade dependia para beber água e pescar. Agora, os madeireiros querem transformar a trilha em uma estrada mais larga para possibilitar o acesso às importantes florestas tropicais que unem a fronteira peruana com a brasileira ao longo do rio Yurúa-Juruá.